Há pequenas coisas que me dizem que me fazem mesmo doer o esófago. Que é onde, desde que me lembro, se me acumulam todas as dores e desconfortos. Pensam que estão só a contar-me estórias simples, como foi, tudo meramente descritivo, sem má intenção.
Mas eu reajo logo, uma espécie de falta de ar, incómodo, abstracção súbita do sítio e do tempo em que estou para ir outra vez para aquele lugar que me parece mais sossegado. Embora também mais isolado.
O melhor é mesmo o afastamento prolongado. Mas como?
domingo, 14 de junho de 2009
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