Mas por que razão hei-de ter acesso a tanta informação?!!!!!!!
É tão mais agradável viver na ignorância. Mil vezes fútil.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Assim seja
"É do NÃO ao que te limita e degrada que tu hás-de construir o SIM da tua dignidade."
Vergílio Ferreira
Vergílio Ferreira
sábado, 20 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Ecos
"De vez em quando a eternidade sai do teu interior e a contingência substitui-a com o seu pânico. São os amigos e conhecidos que vão desaparecendo e deixam um vazio irrespirável. Não é a sua 'falta' que falta, é o desmentido de que tu não morres".
Vergílio Ferreira
Tenho pensado muitas vezes que a maior parte de nós vive nos outros e através deles. Quando vão morrendo, ou adoecendo, ou envelhecendo, somos sós que morremos, adoecemos e envelhecemos.
Acho que funciona como uma cadeia de fios muito ligados, nunca se sabe bem onde termina uma pessoa e começa a outra. No início, pensei que isso só acontecia com aqueles casais de dois velhos que ainda dão a mão. Aqueles do banco de jardim do Notting Hill. Depois concluí que bastam algumas distâncias, alguns silêncios, alguns cortes que a vida nos dá, para irmos envelhecendo, às vezes bem mais depressa do que nas rugas e na coluna meia curvada.
Eu, por exemplos, não sei distinguir bem o que me tem feito crescer do que me tem envelhecido. Presumo que seja mais ou menos equivalente.
Mas sei que começo a morrer no dia em que o meu avô morrer. E a partir daí não há quem me preencha essa ausência.
Vergílio Ferreira
Tenho pensado muitas vezes que a maior parte de nós vive nos outros e através deles. Quando vão morrendo, ou adoecendo, ou envelhecendo, somos sós que morremos, adoecemos e envelhecemos.
Acho que funciona como uma cadeia de fios muito ligados, nunca se sabe bem onde termina uma pessoa e começa a outra. No início, pensei que isso só acontecia com aqueles casais de dois velhos que ainda dão a mão. Aqueles do banco de jardim do Notting Hill. Depois concluí que bastam algumas distâncias, alguns silêncios, alguns cortes que a vida nos dá, para irmos envelhecendo, às vezes bem mais depressa do que nas rugas e na coluna meia curvada.
Eu, por exemplos, não sei distinguir bem o que me tem feito crescer do que me tem envelhecido. Presumo que seja mais ou menos equivalente.
Mas sei que começo a morrer no dia em que o meu avô morrer. E a partir daí não há quem me preencha essa ausência.
domingo, 14 de junho de 2009
Sem
Há pequenas coisas que me dizem que me fazem mesmo doer o esófago. Que é onde, desde que me lembro, se me acumulam todas as dores e desconfortos. Pensam que estão só a contar-me estórias simples, como foi, tudo meramente descritivo, sem má intenção.
Mas eu reajo logo, uma espécie de falta de ar, incómodo, abstracção súbita do sítio e do tempo em que estou para ir outra vez para aquele lugar que me parece mais sossegado. Embora também mais isolado.
O melhor é mesmo o afastamento prolongado. Mas como?
Mas eu reajo logo, uma espécie de falta de ar, incómodo, abstracção súbita do sítio e do tempo em que estou para ir outra vez para aquele lugar que me parece mais sossegado. Embora também mais isolado.
O melhor é mesmo o afastamento prolongado. Mas como?
sábado, 13 de junho de 2009
Primeira constatação
Sempre achei que viver não era assim uma coisa tão simples como diziam.
Mas hoje percebi que com iogurtes morango-kiwi e os snacks do pingo doce, também não é tão estrondosamente complicada.
Mas hoje percebi que com iogurtes morango-kiwi e os snacks do pingo doce, também não é tão estrondosamente complicada.
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