A vida não pára de me surpreender.
Pelas perdas, pela resistência às perdas, pelo ânimo diferente de cada dia. Pela obrigação que sentimos de fazer certas coisas - diferente da vocação que sentimos por fazer outras.
Ter tempo parece ser o segredo para tudo, gerir os amigos, a família, os grupos. Não acho nada.
O tempo de que precisava era mesmo outro, um tempo mais espaço, menos tão estupidamente sensível ao que não merece.
Há por aí alguma coisa que não sei o que é mas de que preciso incrivelmente.
terça-feira, 1 de junho de 2010
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